domingo, 16 de maio de 2010

Google de cara nova

via InfoWester em 05/05/10

Ontem foi o dia em que o Google estreou oficialmente o novo visual de seu serviço de buscas (se ainda não apareceu pra você, vai aparecer muito em breve). Mais do que uma simples renovação na aparência, a mudança também coloca em prática uma nova forma de apresentação de resultados.
As páginas que mostram esses resultados agora contam com uma coluna na lateral esquerda que dá acesso a recursos para refinar a busca – exibir links referentes às últimas 24 horas, por exemplo – e para acessar outros serviços do Google, como o Maps ou a busca por imagens.
Aqui é importante fazer uma observação: os links que aparecem na lateral esquerda são relacionados ao termo pesquisado. Se você buscar por "Freddie Mercury", por exemplo, os links que ficarão em destaque serão Imagens e Vídeos, de forma que você possa refinar sua pesquisa para esses formatos de conteúdo. Se pesquisar sobre "Cidade de São Paulo", os links em evidência serão Notícias, Imagens, Blogs e Mapas, observe:
O vídeo abaixo dá mais detalhes:
No mais, as demais novidades se resumem a uma nova combinação de cores nas páginas e no logotipo do Google, além de alterações em pequenos detalhes, como ausência de sublinhamento em links. Há também um teclado virtual ao lado do campo de busca, mas este foi implementado antes do novo padrão visual.
Ah, eu já ia esquecendo: o Google também anunciou mudanças para as páginas de busca exibidas em dispositivos móveis. Na verdade, as novidades são semelhantes às mostradas acima, só que para acessar os recursos que na "busca normal" são disponibilizados na coluna à esquerda, o usuário precisará clicar em uma seta existente ao lado do campo de pesquisa. O único problema é que, inicialmente, essa mudança só está disponível para usuários de iPhone e Android nos Estados Unidos, mas o Google pretende oferecer a novidade para outras plataformas e línguas em breve.
Novidades bem-vindas, na minha opinião, uma vez que o usuário terá, pelo menos teoricamente, mais facilidade para indicar o que está buscando – vídeos, fotos, notícias, etc – e onde – blogs, Twitter, localidades, entre outros. Pena que na versão brasileira ainda não dá para aproveitar todas as novas funcionalidades. A pesquisa no Twitter pela opção Atualizações ainda não funciona bem, por exemplo. Mas, é questão de tempo. Um tempo bem reduzido, espero eu.
Referência: Official Google Blog.
Emerson Alecrim

Kingston lança SSDs no Brasil

via Link Estadão - Cultura Digital de Jocelyn Auricchio em 01/05/10
A Kingston, fabricante de dispositivos de memória como pendrives e cartões de memória, anunciou o lançamento no Brasil de sua linha de SSDs. Os SSDs (discos de estado sólido, isto é, sem partes móveis) são a última palavra em armazenamento de dados. É como se vários cartões de memória flash fossem colocados em uma placa e controlados simultaneamente.
A diferença entre os cartões de memória e os SSDs: os dados são divididos em cada célula de memória, diminuindo o desgaste e aumentando a vida útil dos SSDs. Você leu direito. Os SSDs tem um ciclo finito de vida, como qualquer cartão de memória. Mas até aí, qualquer HD se desgasta com o tempo. Pode durar mais que um SSD, mas um dia, qualquer HD falha. E quando isso acontece, não tem volta. Com os SSDs, pelo menos é possível recuperar os dados depois. Apesar de não permitir que mais dados sejam gravados, o SSD fica totalmente acessível, podendo ser usado para transferência para outro disco. A estimativa é que um SSD dure 3 anos em uso constante.
Quanto menos ciclos de gravação, maior será a durabilidade. A principal vantagem do SSD é a velocidade de acesso e gravação. Ele trabalha com uma taxa de transfarência de 5 a 10 vezes mais rápida que um HD convencional. É claro, em números teóricos, pois em uso corrente, o ganho para o usuário comum não chega a ser tão grande. Em nossos testes, um notebook equipado com HD comum foi, do boot até o desktop, em 1 min e 35 seg. Com o SSD, o tempo foi reduzido para 45 seg. Parece pouco, mas no dia a dia, isso pode fazer uma diferença enorme.
Outra vantagem do SSD é a redução no consumo de energia. Como não tem partes móveis, o drive conserva bateria. Em desktops e servidores, a principal vantagem é a menor geração de calor. Quanto mais quente um PC, mais ventilação ele precisa. E quanto mais ventoinhas, maior o ruído.
O mais bacana do SSD é que ele é virtualmente indestrutível. Se um notebook cai no chão com o HD funcionando, o dano pode ser instantâneo e irreparável. O choque faz as agulhas do HD arranharem o disco. Um SSD pode tomar o tombo que for e continua inteiro. Se o computador não for destruído no impacto, os dados podem ser acessados. E se o dano for irreparável no notebook, em muitos casos, o SSD ainda funciona.



Louis Kaneshiro (o rapaz de óculos), gerente de tecnologia da Kingston, fez questão de mostrar o quanto os drives são duráveis em uma série de vídeos no YouTube. É no mínimo engraçado. Segundo Kaneshiro, o drive só não sobreviveu ao taco de golfe e ao desafio do boliche. As células de memória foram afetadas pelo impacto. Mas, nos outros desafios, foi possível extrair os dados simplesmente plugando os SSDs.
O único problema do drive é o preço. A série V é a indicada para usuários comuns. Além dos SSDs avulsos, também são vendidos kits de transferência, que trazem um software de transição e um estojo para instalar o HD antigo. OS SSDs avulsos custam R$ 454 (30 GB) e R$ 723 (64 GB) e R$ 1.350 (128 GB). O kit custa R$ 775 (64 GB) e R$ 1407 (128 GB).
A série V+ tem maior velocidade de transferência e maiores capacidades. Por isso, custam mais caro. R$ 999 (64 GB), R$ 1637 (128 GB), R$ 3.704 (256 GB) e R$ 7.350 (512 GB). A série M tem 20% mais durabilidade em relação às anteriores. R$ 1.350 (80GB) e R$ 2.527 (160 GB). E finalmente, a série E, voltada para servidores e uso industrial, tem o dobro de expectativa de durabilidade que os outros, maior velocidade de acesso e preços muito menos camaradas: R$ 2096 (32 GB) e R$ 4014 (64 GB). A relação das lojas que venderão os SSDs pode ser encontrada no site da Kingston.


Em breve tablet da Google e Verizon



via Link Estadão - Cultura Digital de Rafael Cabral em 12/05/10
O Google e a operadora de telefonia móvel norte-americana Verizon estão trabalhando juntos. A intenção? Criar o primeiro grande concorrente ao iPad, da Apple.
Publicada no Wall Street Journal, a informação foi confirmada pelo executivo-chefe da Verizon, Lowell McAdam, mas o Google manteve o mistério. "Estamos buscando tudo o que o Google tem em seus arquivos que poderíamos colocar em um tablet para torná-lo uma grande experiência", disse McAdam ao jornal.
Tudo indica que o tablet, que faz parte do plano da Verizon para recuperar espaço no mercado de aparelhos móveis, usará o sistema operacional Android, do Google. Sem confirmar que está trabalhando em parceria com a empresa, o Google disse apenas que "qualquer um pode usar a plataforma móvel da empresa para criar celulares e outros aparelhos".
Principal concorrente da Verizon, a AT&T tem contratos de exclusividade de conexão 3G tanto com a Amazon, que fabrica e distribui o Kindle, quanto com a Apple. O plano de se aliar ao Google, que já atingiu a Apple quando lançou o Nexus One (sua versão do iPhone), vem daí. Será que vai dar certo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Lenovo apresenta Notebooks feitos com garrafas de plástico

via Gadgets INFO de Priscila Jordão em 20/04/10
Ter uma linha de notebooks verdes já é quase obrigatório nas empresas, seja por maior consciência ecológica ou simplesmente para fazer bonito no marketing. Agora é a vez da Lenovo, cujos novos notebooks da série L impedem 10 garrafas de plástico de ir para o ambiente, segundo a fabricante.
No novo ThinkPad L512, por exemplo, 18% são de puro material reciclado, vindo das garrafas e de eletrônicos usados. Como o netbook Vaio W Eco, da Sony, ele não tem apenas componentes internos reciclados, mas também usa o material na carcaça e na embalagem reciclável.
Ser ecológico, no entanto, não significa necessariamente ter performances menos aceitáveis. Há opções de Core i3 e Core i5, tanto no L412, com tela de 14 polegadas, quanto no L512, com tela de 15. Dá ainda para escolher a placa ATI Radeon HD 5145, até 8 GB de RAM e 500 GB de HD.
A Lenovo ainda não divulgou quanto custará contribuir para o ambiente comprando esses modelos. Uma versão mais simples, porém, com Celeron P4500, 160GB internos e 1 GB de RAM, estará disponível nos EUA por 649 dólares.


Kylo, Navegador Web para TV

A Hillcrest Labs, desenvolveu um browser/navegador para quem quer usar o PC conectado na TV e nas quais os navegadores tradicionais se mostram ineficientes por terem sido desenvolvidos para uma resolução menor (monitores de 18 a 24 Polegadas). Quem ligou o NoteBook, NetBook ou PC na TV viu o que é desconfortável usar o Internet Explorer, Firefox ou outro navegador para uma tela de 42 polegadas.
Este navegador (Web Browser) foi criado especialmente paras TV's de grande formato com o apoio do Mozilla.
Mas ao contrário de um navegador para o computador, no Kylo não é preciso digitar nada porque aparece um teclado virtual para clicar o endereço com um "controle remoto" específico para o programa. Batizado como Loop, o mouse lembra uma pulseira e apresenta um scroll e um botão. O mouse Loop não é indispensável, você pode usar um mouse comum ou wireless.
No Kylo aparecem mais de 128 opções de sites divididos em categorias como Movies, Music, Sport, News, Games, etc. Existe na parte de baixo uma barra de ferramentas com espaço para digitação de um site, além de um botão de busca e de favoritos.


Fonte: "Terra"
Baixar navegador, clique "aqui"

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Slate é muito mais que um iPad

via Link Estadão - Cultura Digital de Fernando Martines em 20/04/10


O Slate, tablet da HP, surge como o primeiro rival do iPad da Apple. Mas será que ele realmente pode fazer frente a mais nova cria de Steve Jobs? O site mexicano Conecti.ca pôde passar um tempo com o Slate e afirma: não, ele não é concorrência para o iPad.

Foto reproduzida do site Conecti.ca
Para os mexicanos, o produto da HP é rival dos netbooks por possuir muito dos elementos de um computador convencional: "Office, Explorer, Chrome, Safari e tudo que se pode instalar no Windows. Tem Flash, mas isso infelizmente quer dizer que o aparelho te faz esperar por um longo e chato tempo até que seu sistema operacional carregue", opina o Conecti.ca.
O site aponta os pontos positivos do Slate: entradas HDMI, USB e web cam. Eles concluem: "O Slate fica muito atrás do iPad, porém é o menor netbook completo que você pode encontrar por ai".
O Slate tem duas versões: uma com 32 GB de memória por US$ 549 e outra de 64 GB por US$ 599. O tablet possui uma tela touchscreen de 8.9 polegadas com 1024 x 600 pixels de definição, processador Intel Atom Z530 de 1,6 GHz e 1GB de memória.

Subwoofers com design arrojado da Bang&Olufsen

via Planet Tech de Alex dos Santos em 15/04/10
Por Alex dos Santos
A novidade é da dinamarquesa Bang&Olufsen, famosa por criar produtos com design arrojado, que tem no BeoLab 11 a solução para quem não se conforma com o visual quadrado dos subwoofers tradicionais no home theater.
A nova caixa acústica, que parece ter saído de uma trama de ficção científica, é totalmente feita em alumínio, traz dois woofers de 6,5" instalados individualmente em cada parte selada do gabinete e amplificador digital de 200W. O resultado, segundo a B&O, são graves da ordem de 33Hz. O BeoLab 11 tem 31cm de altura, sete opções de cores e pode ser instalado na parede. O preço lá fora será a partir de US$ 2.000.

TV exibe vídeos em Full HD pela rede Wi-Fi

via Planet Tech de ricardomarques em 16/04/10

Por Ricardo Marques
O novo televisor Samsung 3D (série 8000, 55 polegadas) conta com comunicação DLNA. Graças a essa característica é possível enviar arquivos de áudio, vídeo e fotos para serem exibidos pelo televisor, sem a necessidade de cabos.
Você só precisa conectar um receptor Wi-Fi em uma das entradas USB, instalar um programa da própria Samsung num computador e começar o compartilhamento dos arquivos. O mais interessante é que, além de suporte ao formato . MKV (com resolução de até 1080p), o televisor é capaz de exibir as legendas desses filmes, sem a necessidade de embuti-la no arquivo.
Você só precisa salvar dentro de uma mesma pasta o filme e o arquivo de legenda com o mesmo nome. Veja mais detalhes no vídeo.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Google informa, Brasil é o país que mais pede remoção de conteúdo

Brasil: o país que mais pede remoção de conteúdo
20 de abril de 2010 17h38 Tweet este Post Por Tatiana de Mello Dias
O Google lançou nesta terça-feira uma ferramenta que dá uma exata noção da liberdade de expressão em alguns países no mundo. Ela mostra os Países em que os governos pediram para o Google removerde conteúdo – sejam sites, blogs ou comunidades em redes sociais. Surpresa: o Brasil lidera.
O País teve o maior número de pedidos de requisição de dados (3,663) e de remoção (291). Nos EUA, foram 3580 pedidos de requisição e 123 remoções. Segundo o Google, a censura governamental na web está crescendo rapidamente. Essa censura ocorre de várias formas: do bloqueio imediato e filtro de sites à ordens judiciais limitando o acesso à informação e legislação forçando as companhias a atuarem como autocensoras, lista a empresa.
O Google diz que não havia uma ferramenta que medisse em escala global os pedidos dos governos. Ao jogar luz sobre eles na rede, a empresa acredita que conseguirá combater a censura. São utilizados dados de julho a dezembro de 2009.
“Nós sempre concordamos com princípios e prátiticas de privacidade e liberdade de expressão. No espírito desses princípios, nós temos a esperança de que essa ferramenta iluminará em alguma escala o escopo de requisições de censura e divulgação de dados pelo mundo. Nós também esperamos que isso seja um primeiro passo para aumentar a transparência dessas ações através das indústrias de tecnologias e comunicação”.
O Brasil tem 3663 pedidos de divulgação de dados e 291 pedidos de remoção. O Google diz que cumpriu total ou parcialmente 82,5% desses pedidos. Eles se dividem assim:
- Blogger: 26 pedidos de remoção (sendo 21 ordens judiciais)
- Orkut: 218 pedidos de remoção (99 ordens judiciais)
- Gmail: quatro ordens judiciais
- Pesquisa no Google: nove resultados de pesquisa (todos mediante ordens judiciais) e uma sugestão de pesquisa
- YouTube: 33 pedidos de remoção (32 ordens judiciais)
Por que tantas ordens judiciais? A legislação brasileira não determina quem é o responsável pelo conteúdo postado na rede. Como não há definição, a Justiça tem muitas vezes jogado a culpa para o provedor de conteúdo – nesse caso, o Google. Só para dar um exemplo recente: a empresa foi condenada na semana passada a indenizar em R$ 15 mil um padre que se sentiu ofendido em uma comunidade no Orkut. Casos como esses são comuns – e, para evitar problemas, os provedores acabam atuando como censores prévios do conteúdo postado por seus usuários.
É aí que está a questão: essas empresas podem atuar dessa maneira? Na teoria, não. No próprio blog do Google, Rachel Whetstone, diretora global de comunicações, escreveu (em 2007!): “O Google não é e não deverá se tornar o árbitro do que deve ou não aparecer na web. Isso é para as Justiças e para aqueles eleitos para governar decidirem”. Mas, sem regulação, é isso o que acontece. O mapa apresentado pelo Google só reflete essa realidade.
O número de pedidos de remoção mostra a dureza da Justiça brasileira em relação à internet. O Marco Civil tem um ponto importante que trata exatamente sobre isso: o mecanismo de aviso e retirada. O anteprojeto define que qualquer provedor de conteúdo poderar retirar algo do ar com uma reclamação simples (nem precisa ser judicial). Só que há uma novidade: no texto, o dono do conteúdo pode se identificar e assumir a responsabilidade sobre o que foi publicado. Assim, o provedor deverá republicar o que foi suspenso imediatamente. E, assim, se isenta da responsabilidade sobre o que foi publicado.
Leia mais... clique "aqui"
Fonte: "Link Estadão"